Quando a pele é machucada e tem ferimento, o corpo responde criando novas células de pele para restaurar o dano, ativando o sistema imunológico para proteger a área machucada de infecção. É assim que se forma a cicatriz. O tempo que a pele leva para se recuperar varia dependendo do grau do dano, e quanto mais tempo levar para se recuperar, maior será a chance de uma cicatriz se tornar visível. É importante saber que a cicatrização é considerada o estágio final da recuperação de uma ferida e que todas as feridas, superficiais ou profundas, formarão cicatrizes. Cicatrizes são permanentes e algumas podem ter uma evolução desfavorável:
Estas cicatrizes podem causar um efeito estético estressante, estigmatizante, bem como impacto negativo funcional, além de causar dor, prurido e até mesmo restrição do movimento quando próximas as articulações. Estimativas apontam para um número aproximado de 100 milhões de novas cicatrizes/ano em países desenvolvidos, das quais acredita-se que:
Podemos dividir o processo de cicatrização em dois grupos: Cicatrização primária, que requer pequena quantidade de novo tecido
Cicatrização secundária, que requer grande quantidade de novo tecido
O processo de cicatrização evolui com a vasodilatação posterior, o que aumenta a permeabilidade vascular, com a saída de células e proteínas circulantes (fibrinogênio, trombina). As cicatrizes normais se desenvolvem nas primeiras 48hs e se atenuam em 3 meses. Algumas cicatrizes podem levar até 18 meses para evoluir desfavoravelmente. A formação da cicatriz ocorre em 3 fases: inflamação, proliferação e maturação ou remodelação É na fase de maturação que aparecem os fibroblastos, que aumentam de tamanho e perdem aderência da pele, migram e se multiplicam rapidamente para cobrir a lesão. Este processo pode variar dependendo de fatores: Fatores gerais ou sistêmicos
Fatores locais
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